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Início/Mecânica clássica/Choque contra uma parede

Choque contra uma parede

Partícula num retângulo: paredes lisas, coeficiente de restituição e, gravidade se desejada. Rastro da trajetória e gráfico da energia cinética.

Lançamento e paredes

0.92
2.4 m/s
38°
0 m/s²

Para cada parede usa-se a normal apontando para o interior da caixa. Com v·n < 0 (aproximação): v′ = v − (1+e)(v·n)n. e = 1 — reflexão especular; e = 0 — parada na normal.

Atalhos de teclado

  • •Espaço ou Enter — lançar
  • •R — reiniciar

Grandezas medidas

v_x, v_y0.000, 0.000m/s
|v|0.0000m/s
K = ½mv² (m = 1)0.0000J
Colisões com as paredes0
t0.00s

Gráficos

Sobre o modelo

O choque contra uma parede é o de um ponto material numa caixa retangular de paredes lisas. No impacto a componente normal da velocidade muda de sinal e multiplica-se pelo coeficiente de restituição: v_n′ = −e v_n; a tangencial não muda. Com e = 1 o choque é elástico e a energia cinética se conserva; com e < 1 parte da energia se perde. Um campo g uniforme transforma os trechos entre os choques em lançamento oblíquo. Podem-se variar e, a velocidade inicial, o ângulo e g. Não há resistência do ar, o impacto é instantâneo e não há atrito nas paredes.

Para quem: Ensino médio e início da graduação: choque, coeficiente de restituição, cinemática.

Conceitos-chave

  • coeficiente de restituição
  • choque elástico
  • choque inelástico
  • conservação da quantidade de movimento
  • energia cinética
  • lançamento oblíquo

Como funciona

A partícula desliza num retângulo de paredes lisas. Cada choque multiplica a componente normal da velocidade pelo coeficiente de restituição e; a tangencial não muda. Com e = 1 a energia cinética se conserva no ricochete; com e < 1 a energia cai até a partícula quase parar (com gravidade ela assenta no chão).

Fórmulas principais

v′ = v − (1+e)(v·n)n · n para dentro, v·n < 0
e = 1: elástico · e = 0: sem ricochete na n

Perguntas frequentes

Por que, com a gravidade ligada, a velocidade às vezes cresce depois do choque?
Depois do impacto o corpo pode cair: a energia potencial vira cinética. No gráfico K cresce na descida, mesmo que parte da energia já tenha saído no choque.
O que significa e = 0,5?
A componente normal da velocidade depois do impacto é a metade da de antes. A parte correspondente da energia cinética é proporcional a v², logo dela resta um quarto; o resto vai para calor, som e deformação.
A quantidade de movimento se conserva no choque com a parede?
A da partícula sozinha, não: a parede aplica uma força externa. Conserva-se a quantidade de movimento de «partícula + parede + Terra». A componente tangencial da partícula não muda: não há atrito nem forças ao longo da parede.
Em que isso difere de uma bola de verdade?
Não há resistência do ar, nem atrito que faça a bola girar e mude a velocidade tangencial, nem deformação em tempo finito nem som. Fica o choque ideal: a normal é escalada pelo coeficiente e.