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Início/Óptica e luz/Difração de Fresnel e de Fraunhofer

Difração de Fresnel e de Fraunhofer

Difração numa fenda: número de Fresnel N = a²/(λL), espiral de Cornu, integral de Fresnel e o limite sinc² na zona distante.

Fresnel e Fraunhofer (fenda 1D)

550 nm
0.15 mm
1.2 m

**Número de Fresnel** **N = a²/(λL)** (regra prática para a fenda): **N ≪ 1** — campo distante, rumo a **Fraunhofer** (**sinc²**); **N ≳ 1** — campo próximo, fase quadrática (**integral de Fresnel**). A **espiral de Cornu** é **C(u)+iS(u)**; as amplitudes da fenda são passos de **fasor** entre pontos da espiral (qualitativo).

Atalhos de teclado

  • •N = a²/(λL) pequeno: campo distante; N grande: importa a curvatura da frente de onda
  • •Compare a curva contínua com o sinc² tracejado

Grandezas medidas

N = a²/(λL)0.0341
Escala y ~ λL/a4.40 mm
Regime (regra prática)como Fraunhofer (N pequeno)

Sobre o modelo

A difração de Fresnel e de Fraunhofer numa fenda depende de quão longe está o anteparo. O número de Fresnel N ≈ a²/(λL) (a — semilargura) separa os regimes: N pequeno — zona distante, a figura tende ao limite de Fraunhofer (transformada de Fourier da fenda, aqui sinc²); N grande — zona próxima, a fase quadrática exp(iπ(y − y′)²/(λL)) importa, e isso é o integral de Fresnel. A espiral de Cornu é o hodógrafo dos integrais C(u) e S(u); as amplitudes da borda e da fenda são passos vetoriais na espiral. Na tela, o integral numérico pela fenda (curva contínua) e o limite sinc² (tracejado). As definições de N na literatura diferem; aqui N = a²/(λL) como escala didática.

Para quem: Óptica ondulatória da graduação: difração de Fresnel e de Fraunhofer, espiral de Cornu.

Conceitos-chave

  • número de Fresnel
  • integral de Fresnel
  • espiral de Cornu
  • difração de Fraunhofer
  • zona próxima e zona distante
  • fenda

Como funciona

Na zona próxima (Fresnel) a fase quadrática exp(iπ(y − y′)²/(λL)) na abertura não se pode desprezar — a figura é o integral de Fresnel. Na zona distante (Fraunhofer), com L grande (N = a²/(λL) pequeno), o mesmo integral reduz-se à transformada de Fourier da fenda, aqui a sinc². A espiral de Cornu mostra C(u) e S(u); as amplitudes da borda e da fenda são segmentos na espiral. A curva contínua é o integral numérico pela fenda; o tracejado, o limite de Fraunhofer.

Fórmulas principais

N ≈ a²/(λL) · N pequeno → Fraunhofer; N grande → Fresnel
C(u), S(u) = ∫₀^u cos/sin(π t²/2) dt · espiral de Cornu

Perguntas frequentes

Por que a curva tracejada não coincide com a contínua?
O tracejado é o limite ideal sinc² de Fraunhofer para a mesma fenda; a contínua é o integral de Fresnel completo. Elas se aproximam quando N é pequeno (anteparo longe).
N é sempre exatamente a²/(λL)?
Não: para um disco e para uma fenda, para a largura e para o raio, as definições diferem. Aqui N = a²/(λL), a — semilargura da fenda, como escala simples.