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Início/Gravidade e órbitas/Problema de N corpos

Problema de N corpos

Atração mútua de N corpos: coloque as massas e veja como as trajetórias mudam.

Física

120
28 px
1 ×

Interação

80
28 pts

Atalhos de teclado

  • •Espaço ou Enter — pausar / continuar
  • •R — retirar todos os corpos

Grandezas medidas

Corpos0
Máx. de corpos48
Memória do rastro28pts

Sobre o modelo

O problema de N corpos: cada corpo sente a soma das forças ∝ 1/r² de todos os outros — superposição do campo de Newton. A aceleração é aᵢ = Σⱼ G mⱼ (rⱼ − rᵢ) / (|rⱼ − rᵢ|² + ε²)^{3/2}; a suavização ε impede que o passo quebre nos encontros muito próximos. Na página veem-se efeitos qualitativos: configurações quase em equilíbrio, como os pontos de Lagrange, sobrevoos e a instabilidade quando N ≥ 3. Pode-se acrescentar massas ou carregar a predefinição de um sistema binário. É um modelo didático bidimensional, não uma efeméride: o passo de integração produz uma deriva numérica da energia.

Para quem: Astrofísica e mecânica celeste: problema de N corpos depois das leis de Kepler e do movimento em órbita.

Conceitos-chave

  • problema de N corpos
  • lei da gravitação universal
  • superposição
  • mecânica orbital
  • caos
  • problema de três corpos
  • conservação da quantidade de movimento
  • integração numérica

Como funciona

Cada corpo atrai os demais pela lei de Newton, com suavização ε junto ao zero para os encontros próximos não quebrarem o passo. Arraste um corpo — ele fica fixo; solte — a gravidade volta a agir. Ao se sobreporem, os corpos se fundem: massas e quantidades de movimento se somam. Pode-se começar pelo sistema binário embutido ou colocar as próprias massas. Modelo qualitativo bidimensional, não uma efeméride.

Fórmulas principais

aᵢ = Σⱼ G mⱼ (rⱼ − rᵢ) / (|rⱼ − rᵢ|² + ε²)^{3/2}
Integração de Verlet (quase simplética)

Perguntas frequentes

Por que um sistema com vários corpos costuma se comportar de modo caótico?
Cada corpo é atraído ao mesmo tempo por todos os outros, e pequenas mudanças nas condições iniciais crescem com o tempo. Já o problema de três corpos, no caso geral, não tem solução universal simples; por isso as trajetórias podem divergir depressa.
A energia se conserva?
No modelo contínuo ideal, sem forças externas, a energia mecânica total e a quantidade de movimento se conservam. Com o passo numérico e os encontros muito próximos aparece uma deriva fraca — leia a energia de modo qualitativo, não como padrão de efeméride.
Dá para planejar uma missão espacial a partir daqui?
Não. A página serve à intuição: órbitas, sobrevoos, instabilidade. O projeto real pede efemérides precisas, muitos corpos perturbadores e um integrador controlado.