PhysSandbox
Mecânica clássicaOndas e somEletricidade e magnetismoÓptica e luzGravidade e órbitasLaboratórios
🌙Astronomia e o céu🌡️Termodinâmica🌍Biofísica, fluidos e geociências📐Visualização matemática🔧Engenharia🧪Química
PTENRUES

Simuladores relacionados

Continue com temas próximos desta categoria — ou todos os 48 em «Engenharia».

Toda a categoria →
NovoEscola

Cinemática inversa de um braço de 2 elos

Abrir o simulador

Braço plano de dois elos: alvo na tela, duas soluções — cotovelo para cima e cotovelo para baixo — e os ângulos θ₁ e θ₂.

NovoUniversidade / pesquisa

Modelo da bicicleta e controlador de Stanley

Abrir o simulador

Modelo cinemático da bicicleta (estado no eixo traseiro): lei de Stanley δ = θ_e + atan2(k_e·e, v). Oval, circuito, lemniscata, seno ou curva em S; gráficos e(t) e δ(t).

NovoEscola

Odometria de tração diferencial

Abrir o simulador

ω_L, ω_R → v, ω pela cinemática de duas rodas; integração da pose e crescimento do erro de estima por viés dos raios, da bitola e ruído de medição.

NovoUniversidade / pesquisa

Fadiga: curva S–N e regra de Miner

Abrir o simulador

Curva de Basquin com limite de fadiga opcional, três blocos de carga cíclica e dano acumulado D = Σ n_i/N_i segundo Palmgren–Miner.

NovoEscola

Ponte em treliça

Abrir o simulador

Barras e nós de uma treliça plana: carga, tração e compressão, deflexão amplificada.

NovoEscola

Mecanismo de quatro barras

Abrir o simulador

Esquema manivela-balancim: comprimentos das barras, velocidade da manivela, curva do acoplador.

PhysSandbox

Simuladores interativos de física, química e engenharia para alunos, professores e para quem tem curiosidade.

Física

  • Mecânica clássica
  • Ondas e som
  • Eletricidade e magnetismo

Ciência

  • Óptica e luz
  • Gravidade e órbitas
  • Astronomia e o céu

Mais

  • Termodinâmica
  • Biofísica, fluidos e geociências
  • Visualização matemática
  • Engenharia
  • Química

© 2026 PhysSandbox. Simuladores científicos interativos e gratuitos.

PrivacidadeTermosContato
Início/Engenharia/Cinemática inversa de um braço de 3 elos

Cinemática inversa de um braço de 3 elos

Três juntas de rotação (guinada e duas arfagens): os ângulos saem por descida cíclica de coordenadas (CCD). Alvo no espaço ou trajetória — hélice, lemniscata, «oito».

Braço 3D de 3 elos

2m
2.5m
2m

Alvo

3.5m
2m
3m

Trajetória automática

60
8°
0.7
0.45

Atalhos de teclado

  • •Arraste na tela para mover o alvo na horizontal; Shift + arrastar muda a altura

Grandezas medidas

q₁ (yaw)0.0°
q₂ (shoulder)0.0°
q₃ (elbow)0.0°
erro de IK0.000m
efetuador0.00, 0.00, 0.00m
alcance máximo6.50m

Sobre o modelo

A cinemática inversa de um braço de 3 elos (cadeia espacial 3R) responde à pergunta de quais ângulos das juntas colocam o efetuador num ponto dado. A base gira em torno da vertical (guinada); o ombro e o cotovelo, em torno de eixos transversais (arfagem). Quase não há fórmula analítica que respeite os batentes, por isso os ângulos se buscam por descida cíclica de coordenadas (CCD): em cada iteração gira-se uma junta para reduzir o erro do efetuador, sem sair dos limites. O alvo pode ser arrastado no espaço ou levado por uma hélice, uma lemniscata ou um «oito». O CCD é uma heurística geométrica local: não é solução fechada, nem pseudoinversa do jacobiano, nem planejamento que desvie de obstáculos. Na borda da região de trabalho e perto das singularidades a convergência atrasa-se: o braço se dobra ou encosta nos batentes.

Para quem: Robótica e teoria das máquinas e mecanismos: cinemática inversa iterativa, cadeia espacial 3R.

Conceitos-chave

  • cinemática inversa
  • descida cíclica de coordenadas
  • manipulador 3R
  • limites das juntas
  • efetuador
  • seguimento de trajetória

Como funciona

Cadeia espacial de três juntas de rotação: guinada da base e duas arfagens. O CCD vai do efetuador à base e, em cada junta, escolhe o giro que mais aproxima o resto da cadeia do alvo, projetando o ângulo no eixo da junta e cortando nos batentes. Na tela — o braço, o alvo e os ângulos; a hélice, a lemniscata e o «oito» levam o alvo pela região de trabalho. Se as iterações não acompanham ou o alvo está numa singularidade, o erro cresce e os elos se dobram.

Fórmulas principais

CCD per joint j (axis a): align proj_a(e−p_j) with proj_a(t−p_j)
δq_j = atan2(∥a×·∥, a··), q_j ← clamp(q_j + step · δq_j, q_lim)

Perguntas frequentes

Por que CCD, e não uma fórmula analítica?
Num braço espacial 3R com batentes nas juntas não há fórmula fechada cômoda. O CCD é simples: cada junta gira para puxar o efetuador até o alvo, até o erro ficar pequeno ou as iterações deixarem de convergir.
O CCD pode ficar preso?
Sim. Como método local, encosta nos batentes, dobra-se num mínimo local incômodo ou atrasa-se perto das singularidades. Às vezes ajuda outra pose inicial ou limites mais folgados.
O que a hélice e o «oito» verificam?
O alvo muda sem parar de altura e de direção na região de trabalho. Vê-se o atraso, o dobramento dos elos e se o método iterativo acompanha o ponto que se move.