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Início/Astronomia e o céu/Estrela de nêutrons (equação TOV)

Estrela de nêutrons (equação TOV)

Equilíbrio hidrostático na relatividade geral para politropos n = 1 e n = 3/2. Curva didática massa–raio com máximo perto de 2 M☉.

Equação de estado politrópica (didática)

O índice n ativo aparece no texto; K foi ajustada ao pico ~2 M☉ neste modelo.

Intervalo de densidade central

16.5
19
17.6

Atalhos de teclado

  • •Troca do politropo n = 1 ou 3/2
  • •Controles de log₁₀ ρ_c e marcador
  • •R — restaurar

Grandezas medidas

Pico de M (curva)2.000M☉
R no pico16.83km
M no marcador1.761M☉
R no marcador23.59km

Sobre o modelo

A estrela de nêutrons, na equação TOV, está em equilíbrio hidrostático. As equações de Tolman–Oppenheimer–Volkoff descrevem um fluido autogravitante esfericamente simétrico na relatividade geral, na métrica de Schwarzschild. A curva massa–raio é sensível à equação de estado fria da matéria acima da densidade de saturação nuclear. Aqui a equação fecha-se com um politropo, P = K ρ^Γ com Γ = 2 (n = 1) ou Γ = 5/3 (n = 3/2); a integração para fora em r usa Runge–Kutta de quarta ordem. A constante K de cada variante foi escolhida para que, ao varrer a densidade central ρ_c, o máximo de massa fique perto de 2 M☉ — normalização didática, não física nuclear. Rotação, campo magnético, temperatura finita, crosta e vínculos causais sobre a equação de estado não entram.

Para quem: Graduação em relatividade geral e astrofísica após o limite de Chandrasekhar; introdução às equações de estado tabeladas de estrelas de nêutrons.

Conceitos-chave

  • equações de Tolman–Oppenheimer–Volkoff
  • estrela de nêutrons
  • relação massa–raio
  • politropo
  • métrica de Schwarzschild
  • equação de estado

Como funciona

Integram-se as equações TOV na métrica de Schwarzschild para um politropo frio P = K ρ^Γ (Γ = 2 ou 5/3): para fora em r seguem dm/dr e dp/dr com (ρ + p/c²). K foi escolhida para que o máximo em densidade central fique perto de 2 M☉ — normalização didática, sem equação de estado nuclear realista, rotação nem crosta. No gráfico M(R) — o ramo estável, o máximo numérico e o marcador de ρ_c.

Perguntas frequentes

Por que a curva azul termina no pico?
Ao crescer a densidade central, o ramo estável em geral atinge um máximo de massa; depois as configurações são instáveis ao colapso. O gráfico corta na maior massa da malha em ρ_c para destacar o trecho estável.
Os ~2 M☉ vêm de dados nucleares?
Não — K foi escolhida à mão para cada politropo, de modo que o máximo fique perto de 2 M☉. Pulsares massivos observados restringem as equações de estado reais, bem mais complexas que um único politropo.