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Início/Astronomia e o céu/Chuva de meteoros e radiante

Chuva de meteoros e radiante

A Terra atravessa um enxame de partículas ao longo da órbita de um cometa; os rastros dos meteoros divergem do radiante num campo estelar esquemático.

Geometria (esquema)

0.58 (0–1)
0.14

Grandezas medidas

Intensidade da chuva (modelo)100 %
Máximo perto da fase~0.58

Sobre o modelo

A chuva de meteoros e o radiante vêm do cruzamento da Terra com um enxame ao longo da órbita do cometa-pai. Quando a Terra atravessa o enxame, muitas partículas entram na atmosfera em trajetórias quase paralelas; a perspectiva faz os caminhos aparentes divergirem de um ponto na esfera celeste — o radiante. Mostram-se um campo estelar esquemático, um marcador fixo do radiante e traços que se abrem. O quadro dá o esquema da órbita Sol–Terra e do cruzamento com o enxame, não as efemérides de uma chuva concreta.

Para quem: Curso introdutório de astronomia: chuvas de meteoros depois das órbitas de cometas.

Conceitos-chave

  • chuva de meteoros
  • radiante
  • enxame meteórico
  • órbita do cometa
  • perspectiva

Como funciona

A chuva de meteoros ocorre quando a Terra passa por um enxame de partículas ao longo da órbita de um cometa. As partículas se movem quase em paralelo; por causa da perspectiva, os rastros parecem divergir do radiante. Não é um cálculo de efemérides das Perseidas ou das Gemínidas: mostram-se a geometria (quadro) e os rastros num campo estelar esquemático. A rotação da Terra e a latitude determinam quais radiantes se veem à noite; aqui o radiante está fixo no desenho.

Fórmulas principais

Partículas paralelas → ponto de fuga = radiante no céu
Máximos quando a Terra atravessa a parte mais densa da corrente

Perguntas frequentes

Por que os meteoros parecem sair de um único ponto?
Os meteoroides seguem trajetórias paralelas. Como os trilhos que convergem no horizonte, as direções na esfera celeste encontram-se num ponto de fuga — o radiante.
A posição do radiante das Perseidas está correta?
Não — o radiante foi colocado para clareza. Coordenadas reais e datas dos máximos vêm de dados da União Astronômica Internacional e de observações.