Farmacocinética: meia-vida de eliminação

Um compartimento, bolus intravenoso. Registre C(t); o ajuste linear de ln C em função de t dá t₁/₂ = ln 2 / k_el. A depuração é k_el V_c se V_c for conhecido.

Universidade / pesquisa· 24 min·Simulador relacionado: Biofísica, fluidos e geociênciasFarmacocinética compartimental

Objetivo

Determinar a meia-vida de eliminação t₁/₂ a partir de C = C₀ e^(−k_el t). O coeficiente angular de ln C em função de t vale −k_el, logo t₁/₂ = ln 2 / (−coeficiente angular).

Materiais

  • Bolus intravenoso (dose conhecida)
  • V_c conhecido
  • Análise de plasma
  • Relógio

Experimento

Teoria

Depois do bolus, a cinética de um compartimento é uma só exponencial. A dose e V_c são conhecidos; a depuração CL e t₁/₂ estão ocultos. A bancada não mostra a meia-vida de eliminação, a área sob a curva (AUC) nem a dose de ataque.

Procedimento

  1. Anote: a dose e V_c estão fixos e são conhecidos. Ajuste só o instante de coleta t depois do bolus.
  2. Registre a concentração C. Acrescenta-se um pequeno ruído da análise. Não há t₁/₂ nem AUC ao vivo.
  3. Anote: na tabela já se calcula ln C. Repita para pelo menos 6 instantes, aproximadamente de 0,5 a 18 h.
  4. Ajuste a reta ln C em função de t; t₁/₂ = ln 2 / (−coeficiente angular). Compare com o valor de referência.

Conclusão

A meia-vida encontrada coincide com ln 2 · V_c / CL. As principais incertezas: ruído da análise e a idealização de um só compartimento depois do bolus.